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No primeiro ano da pandemia de Covid-19, 61,7% dos brasileiros utilizaram práticas integrativas e complementares em saúde (PICS) em sua rotina de autocuidados. Das 29 modalidades reconhecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), meditação e fitoterapia foram as mais frequentes (28,2% dos usuários), seguidas pelo reiki (21,6%), aromaterapia (16,4%)  e pela homeopatia (14,5%). Entre os usuários declarados, 25% praticam de quatro a mais PICS.

Esse retrato está sendo revelado pelos primeiros resultados da pesquisa PICCovid – Uso de Práticas Integrativas e Complementares no Contexto da Covid-19, estudo mais abrangente sobre as PICS realizado no Brasil até o momento. De 25 de agosto a 18 de dezembro de 2020, 12.136 pessoas maiores de 18 anos das cinco regiões do país foram entrevistadas por um formulário on-line.

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A pesquisa foi realizada numa parceria de pesquisadores do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) e do Observatório Nacional de Saberes e Práticas Tradicionais, Integrativas e Complementares em Saúde (ObservaPICS), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e da Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP/Unifase), no Rio de Janeiro.

Outros resultados preliminares serão divulgados no dia 29 de julho, pelo Boletim Evidências, do ObservaPICS, e às 10h, do mesmo dia, em webinário transmitido pela Videosaúde Distribuidora da Fiocruz, com a participação dos pesquisadores Cristiano Boccolini (Icict), Patrícia Boccolini (FMP/Unifase) e Islândia Carvalho (ObservaPICS), coordenadores do estudo, e comentários de Nelson Filice de Barros (Lapacis/Unicamp).

Centro Oeste, Sul e Sudeste com maior adesão às práticas integrativas